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agosto 05, 2011

Primitivismo

Este estilo artístico é também conhecido como Arte Naïf, e é elaborado por artistas sem nenhum refinamento erudito, sem formação técnica na esfera artística. Isto não significa que eles produzam uma obra de valor inferior. Normalmente esta forma de se expressar é própria de artistas populares, despojados de qualquer interesse estético ou de proposições vanguardistas. Sua criação é vista como inspiração de natureza ingênua e excêntrica.

Primitivismo  prima pela simplicidade e pela ausência de algumas virtudes encontradas na arte erudita, sendo assim denominado em contraposição ao estilo artístico mais acadêmico. Com o decorrer do tempo ele adquiriu valor entre os artistas renomados, passando a ser cada vez mais aceito pela crítica.
No século XX, diversos expressionistas e surrealistas, interessados neste estilo artístico, se dedicaram a garimpar criações artísticas infantis e outras elaboradas por doentes psíquicos. Em nosso país, nas décadas de 30 e 40, coube aos adeptos do Modernismo resgatarem as obras de pintores populares, como Cardosinho, artista português, morador do Rio de Janeiro, estimulado por Candido Portinari. Autor da pintura Palhaço, desprovida de qualquer inquietação com normas de proporção, ele apresenta neste trabalho um palhaço com a cabeça gigantesca, rodeada por seres humanos bem pequenos.
Na década de 40, os discípulos do Modernismo redescobriram artistas que se tornariam ícones da Arte Naïf, como Djanira (1914-1979), José Antônio da Silva (1909-1996), Francisco da Silva (1910-1985) e Heitor dos Prazeres (1898-1967).
O estilo meio descuidado do Primitivismo, principalmente no que se refere às suas virtudes formais; as perspectivas e os desenhos complexos, que produzem como resultado final um belo sem preocupações com o equilíbrio, mas ainda assim insinuante; sua singeleza; a recorrência a padrões, bem como à utilização de cores primárias, das quais se encontram ausentes vastos matizes; a livre aplicação das cores e da disposição dos planos; a temática popular; esses e outros elementos atraíram a atenção dos críticos e dos artistas eruditos. E também propiciou a criação de obras consideradas como pseudo-naïve.
Na obra Cafezal, de 1952, a artista Djanira representa um cenário composto por trabalhadores rurais em uma plantação de café, através do uso de cores intensas. Já Francisco da Silva retrata em sua tela a presença de animais fabulosos com um colorido vibrante. Waldomiro de Deus e Vitalino Pereira dos Santos (1909-1963), mais conhecido como Mestre Vitalino, são igualmente respeitados como artistas primitivos, e sua produção tem estrita conexão com o artesanato de natureza popular.
Fontes
http://br.geocities.com/vinicrashbr/artes/movimentosartisticos/primitivismo.htm

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Comentários por Marcone Jerônimo Soares

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