Está aberta para visitação no MAM-Rio (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro) exposição de Fernanda Gomes, a maior já realizada por ela no país. A mostra, que leva o nome da artista e designer, ocupa o grande salão do museu e busca criar uma relação entre as esculturas e objetos suspensos trazidos por ela e a própria arquitetura do prédio.
A original obra de Fernanda utiliza materiais como vidro, papelão, barbante e objetos modestos do cotidiano, muitas vezes carregados de memória. A exposição poderá ser visitada até o dia 22 de abril de 2012, de terça a sexta-feira, das 12h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 12h às 19h.
O ingresso custa R$ 8,00, havendo meia entrada, e é gratuito para amigos do Museu e crianças até 12 anos. O MAM fica na Av. Infante Dom Henrique, 85 (Parque do Flamengo).
Mais informações pelo telefone (21) 2240-4944 ou no site: http://www.mamrio.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=295&Itemid=36.
*Fonte: sinal - Esdi
EM FASE DE CONSTRUÇÃO
Estamos em fase de construção. Agradecemos a sua compreensão que nos prestigiou com sua visita. Obrigado !
dezembro 24, 2011
dezembro 13, 2011
Conheça divertidas brincadeiras das cinco regiões brasileiras
DE SÃO PAULO
| Ilustrações Anna Cunha |
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O mestre mandou: vai começar a brincadeira! E vale reinventar tudo.
No Centro-Oeste, pega-pega vira maré. No Sul, a brincadeira de corre-cutia é conhecida como ovo-choco. Que tal chamar a turma para brincar?
A seguir, conheça sugestões divertidas, recolhidas pela equipe da "Folhinha" para o site Mapa do Brincar (www.mapadobrincar.com.br ).
Fada na linha
Numa comunidade ribeirinha de Parintins (AM), as crianças pulam elástico enquanto cantam os versos:
"Fada, fadinha / Vara, varinha
Dentro e fora / Na linha"
Dentro e fora / Na linha"
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Sujinho
Em Bezerros (PE), a brincadeira de bolinha de gude é cheia de fases e jogadas. Uma delas é o sujinho: as crianças colocam pedras e galhos na frente da bola de gude para dificultar a jogada do adversário da vez.
Maré vai, maré vem
O pega-pega na Vila São Jorge, em Alto Paraíso (GO), divide pegadores e fugitivos em maré e catadores de conchas. O catador que for pego vira maré e passa a capturar os outros.
Cobra ou jacaré
A brincadeira cobra ou jacaré faz sucesso em Alcântara (MA). Para brincar, as crianças fazem um risco no chão. De um lado, desenha-se uma cobra; do outro, um jacaré. O mestre dá o comando: se ele disser "cobra", todos pulam para o lado do desenho da cobra; se disser "jacaré", todos saltam para o lado dele.
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Mano mula
Em São Luís Gonzaga do Maranhão (MA), a brincadeira de pular sela é chamada de mano mula.
Batizado de boneca
Na cidade de Carbonita (MG), no vale do Jequitinhonha, as bonecas de pano são batizadas pelas "mamães" e "papais". Com uma bacia cheia de água, o "padre" batiza a filhinha de pano.
Pisa ligeiro!
Em Manacapuru (AM), crianças indígenas da etnia cambeba brincam de roda cantando os versos abaixo. Elas cantam a mesma cantiga na língua delas.
"Pisa ligeiro / Pisa ligeiro
Quem não aguenta / Com formiga
Não assanha / O formigueiro"
Quem não aguenta / Com formiga
Não assanha / O formigueiro"
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novembro 29, 2011
Empresa se especializa em decorar shoppings para o Natal
Decoração exige projeto, planejamento e profissionais capacitados.
Faturamento é de R$ 1,5 milhão com 20 projetos por ano.
Do PEGN TV
1 comentário

O Natal é a data mais rentável para o comércio. E a decoração natalina ajuda a alavancar as vendas. Uma empresa, no interior de São Paulo, se especializou na confecção de enfeites luminosos, árvores de Natal e guirlandas, para decorar shoppings e empresas em todo o país.
Nos shoppings de todo o Brasil, a decoração está por toda parte. É só andar pelos corredores para se encantar com a iluminação das árvores e o brilho de anjos e enfeites. E a decoração natalina para este ano tem novidades. Em um shopping de São Paulo, o público pode se divertir com um piano interativo de 6 metros de comprimento. Com um detalhe: as teclas ficam no chão. É só andar sobre elas que o piano toca.
A idéia foi tirada do filme Quero ser grande, e uma das principais cenas é quando Tom Hanks se diverte ao piano gigante numa fábrica de brinquedos em Nova York.
Decorar um shopping inteiro ou montar toda a fachada de um prédio ou de uma empresa não é uma tarefa simples. Exige projeto, planejamento e profissionais capacitados.
De olho neste mercado a empresária Silvia Doreto enxergou uma oportunidade de ganhar dinheiro. Há cinco anos, ela investiu R$ 50 mil para montar uma empresa especializada em decoração de Natal.
“Nós começamos numa casa, com 200 metros quadrados, mas não tinha a menor noção do que era. E nesse tempo a gente já mudou duas vezes. Nós ampliamos de 200 metros para 2.000 mil e estamos mudando agora para uma área muito maior, porque a gente tem é muito estoque, e porque são peças grandes”, diz Silvia Doreto.
Apesar de a data ser comemorada apenas em dezembro, o trabalho aqui não para. “A partir de fevereiro, março, estamos produzindo projetos. Vamos até meados de setembro, quando é o pico para a área de projetos. Parece para a gente que o Natal é amanhã, de tanto que se trabalha com o projeto nessa área”, diz a empresária Silvia Doreto.
A empresa fica em Valinhos, no interior de São Paulo. Faz, em média, 20 projetos de decoração por ano. E fatura R$ 1,5 milhão. São 20 funcionários. O trabalho começa no desenvolvimento do projeto. Depois que o cliente aprova a idéia, os aderecistas iniciam a montagem dos enfeites. A
maior parte do material vem da China - para baratear o custo de produção.
A fábrica também faz projetos só de iluminação de fachadas, com nomes ou desenhos feitos com luzes de LED.
A produção dos enfeites acontece o ano todo. Mas é nesta época que o trabalho dobra, para dar conta da demanda. E são muitos pedidos. Para ter uma idéia, em um ano a empresa monta 800 guirlandas e cerca de 700 árvores de natal. São modelos variados com decoração temática. O que vale é a criatividade.
“Existem algumas tendências mais coloridas para crianças. As empresas e hotéis, por exemplo, preferem cores como cobre, prata. Então a gente tem como valorizar de outra maneira, ficando elegante e requintado e sendo Natal da mesma forma”, afirma a empresária.
O preço varia conforme o tamanho do espaço que será decorado. Um projeto com enfeites e iluminação para a fachada de uma empresa, por exemplo, custa a partir de R$ 50 mil.
Nos shoppings de todo o Brasil, a decoração está por toda parte. É só andar pelos corredores para se encantar com a iluminação das árvores e o brilho de anjos e enfeites. E a decoração natalina para este ano tem novidades. Em um shopping de São Paulo, o público pode se divertir com um piano interativo de 6 metros de comprimento. Com um detalhe: as teclas ficam no chão. É só andar sobre elas que o piano toca.
A idéia foi tirada do filme Quero ser grande, e uma das principais cenas é quando Tom Hanks se diverte ao piano gigante numa fábrica de brinquedos em Nova York.
Decorar um shopping inteiro ou montar toda a fachada de um prédio ou de uma empresa não é uma tarefa simples. Exige projeto, planejamento e profissionais capacitados.
De olho neste mercado a empresária Silvia Doreto enxergou uma oportunidade de ganhar dinheiro. Há cinco anos, ela investiu R$ 50 mil para montar uma empresa especializada em decoração de Natal.
“Nós começamos numa casa, com 200 metros quadrados, mas não tinha a menor noção do que era. E nesse tempo a gente já mudou duas vezes. Nós ampliamos de 200 metros para 2.000 mil e estamos mudando agora para uma área muito maior, porque a gente tem é muito estoque, e porque são peças grandes”, diz Silvia Doreto.
Apesar de a data ser comemorada apenas em dezembro, o trabalho aqui não para. “A partir de fevereiro, março, estamos produzindo projetos. Vamos até meados de setembro, quando é o pico para a área de projetos. Parece para a gente que o Natal é amanhã, de tanto que se trabalha com o projeto nessa área”, diz a empresária Silvia Doreto.
A empresa fica em Valinhos, no interior de São Paulo. Faz, em média, 20 projetos de decoração por ano. E fatura R$ 1,5 milhão. São 20 funcionários. O trabalho começa no desenvolvimento do projeto. Depois que o cliente aprova a idéia, os aderecistas iniciam a montagem dos enfeites. A
maior parte do material vem da China - para baratear o custo de produção.
A fábrica também faz projetos só de iluminação de fachadas, com nomes ou desenhos feitos com luzes de LED.
A produção dos enfeites acontece o ano todo. Mas é nesta época que o trabalho dobra, para dar conta da demanda. E são muitos pedidos. Para ter uma idéia, em um ano a empresa monta 800 guirlandas e cerca de 700 árvores de natal. São modelos variados com decoração temática. O que vale é a criatividade.
“Existem algumas tendências mais coloridas para crianças. As empresas e hotéis, por exemplo, preferem cores como cobre, prata. Então a gente tem como valorizar de outra maneira, ficando elegante e requintado e sendo Natal da mesma forma”, afirma a empresária.
O preço varia conforme o tamanho do espaço que será decorado. Um projeto com enfeites e iluminação para a fachada de uma empresa, por exemplo, custa a partir de R$ 50 mil.
Todos os anos, a empresária investe em novos produtos. E traz para o Natal brasileiro o que é tendência no exterior. Com isso, garante sempre um bom crescimento para o negócio.
“2012 a expectativa é o crescimento de 15 a 20 %. Vamos contratar em torno de 10 a 15 % de funcionários também. Então, a expectativa é ótima.”
O shopping na capital paulista contratou a empresa de Silvia para fazer a decoração de Natal. Os corredores e a praça central foram enfeitados em outubro. O trabalho custou R$ 1 milhão. Um investimento alto com um objetivo bem definido: atrair clientes e aumentar as vendas.
O negócio é milionário. Segundo a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping, cerca de 800 shoppings espalhados pelo país devem gastar R$ 450 milhões este ano com decoração. “Já está incentivando as compras de Natal, os presentes. Eu acho que o clima já se torna propício para o presente”, afirma Soraia Souza, gerente de loja.
A expectativa de faturamento não poderia ser melhor. As vendas devem crescer 14% no período. A informação é da Associação Brasileira de Shopping Centers. “Grandes eventos acontecendo, Copa do Mundo, Olimpíada. O nível de emprego no Brasil continua muito bom, a massa salarial continua muito boa. Então o comércio varejista deve continuar com um ritmo aquecido”, sugere Adriana Colloca, superintendente da entidade.
“2012 a expectativa é o crescimento de 15 a 20 %. Vamos contratar em torno de 10 a 15 % de funcionários também. Então, a expectativa é ótima.”
O shopping na capital paulista contratou a empresa de Silvia para fazer a decoração de Natal. Os corredores e a praça central foram enfeitados em outubro. O trabalho custou R$ 1 milhão. Um investimento alto com um objetivo bem definido: atrair clientes e aumentar as vendas.
O negócio é milionário. Segundo a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping, cerca de 800 shoppings espalhados pelo país devem gastar R$ 450 milhões este ano com decoração. “Já está incentivando as compras de Natal, os presentes. Eu acho que o clima já se torna propício para o presente”, afirma Soraia Souza, gerente de loja.
A expectativa de faturamento não poderia ser melhor. As vendas devem crescer 14% no período. A informação é da Associação Brasileira de Shopping Centers. “Grandes eventos acontecendo, Copa do Mundo, Olimpíada. O nível de emprego no Brasil continua muito bom, a massa salarial continua muito boa. Então o comércio varejista deve continuar com um ritmo aquecido”, sugere Adriana Colloca, superintendente da entidade.
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novembro 28, 2011
Escola em SP ensina jovens a empreender no setor de games
Entretenimento digital promete agitar o mercado nos próximos anos.
Investimento de empresário na escola foi de R$ 400 mil.
Do PEGN TV
4 comentários

Jovens sonham em trabalhar na criação de games, uma área de grande destaque no mundo todo. Em São Paulo, eles já contam com uma escola especializada para empreender neste mercado.
Na escola, o cenário assusta: monstros, dragões, múmias. Mas é tudo muito divertido. É um curso de entretenimento digital - uma área que promete agitar o mercado nos próximos anos. Na aula, os alunos aprendem a fazer games em três dimensões. “Uma escola como é essa é perfeita, é o que eu gosto, o pessoal daqui é bacana, é um ambiente gostoso”, diz o aluno Ricardo Mendes.
O empresário Roberto Alves começou o negócio em 2003, com um investimento de R$ 400 mil. Ele comprou computadores, reformou o espaço e contratou os professores. No início, era só uma escola de informática. Depois mudou de rumo, e entrou no mercado digital.
“A indústria de entretenimento no Brasil vem crescendo muito e a gente observou que tem muitos jovens empreendedores no país que querem uma oportunidade mas não sabem por onde começar, e foi ai que a gente entrou nessa linha exatamente para poder abrir esses horizontes para os nossos jovens brasileiros”, diz Alves.
Mas quem quer desenvolver games não começa direto no computador. Primeiro, tem que aprender desenho e escultura. “A escultura serve como referência para fazer o 3D, porque a partir de agora você tem vários ângulos para poder olhar e num desenho você não teria uma facilidade tão grande. A escultura você põe do lado do computador e consegue servir de referência para produzir o 3D”, explica o professor Rogério Félix.
Na escola, o cenário assusta: monstros, dragões, múmias. Mas é tudo muito divertido. É um curso de entretenimento digital - uma área que promete agitar o mercado nos próximos anos. Na aula, os alunos aprendem a fazer games em três dimensões. “Uma escola como é essa é perfeita, é o que eu gosto, o pessoal daqui é bacana, é um ambiente gostoso”, diz o aluno Ricardo Mendes.
O empresário Roberto Alves começou o negócio em 2003, com um investimento de R$ 400 mil. Ele comprou computadores, reformou o espaço e contratou os professores. No início, era só uma escola de informática. Depois mudou de rumo, e entrou no mercado digital.
“A indústria de entretenimento no Brasil vem crescendo muito e a gente observou que tem muitos jovens empreendedores no país que querem uma oportunidade mas não sabem por onde começar, e foi ai que a gente entrou nessa linha exatamente para poder abrir esses horizontes para os nossos jovens brasileiros”, diz Alves.
Mas quem quer desenvolver games não começa direto no computador. Primeiro, tem que aprender desenho e escultura. “A escultura serve como referência para fazer o 3D, porque a partir de agora você tem vários ângulos para poder olhar e num desenho você não teria uma facilidade tão grande. A escultura você põe do lado do computador e consegue servir de referência para produzir o 3D”, explica o professor Rogério Félix.
O mercado de desenvolvimento de games está em plena expansão. Os negócios do setor movimentam cerca de R$ 100 milhões por ano no Brasil, segundo a Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Games, a Abragames.
“É um mercado que aqui no Brasil está crescendo muito. Crescendo cada vez mais. A gente tem visto cada vez mais iniciativas e mais empresas novas aparecendo”, afirma Fernando Chamis, diretor da Abragames.
“É um mercado que aqui no Brasil está crescendo muito. Crescendo cada vez mais. A gente tem visto cada vez mais iniciativas e mais empresas novas aparecendo”, afirma Fernando Chamis, diretor da Abragames.
Curso
O curso de games dura dois anos e custa R$ 450 por mês. A escola tem hoje 4.500 alunos em seis unidades. Um sócio da empresa, Alessandro Bonfim, busca a experiência norte-americana para montar uma escola internacional de arte digital aqui no Brasil.
O curso de games dura dois anos e custa R$ 450 por mês. A escola tem hoje 4.500 alunos em seis unidades. Um sócio da empresa, Alessandro Bonfim, busca a experiência norte-americana para montar uma escola internacional de arte digital aqui no Brasil.
"Essa parceria é a abertura da primeira escola internacional que vai preparar profissionais do mercado de games, cinema, animação, publicidade no Brasil não só para o mercado brasileiro, mas para o mercado internacional. É um marco que vai revolucionar nossa indústria”, diz.
Com a parceria, a escola espera dobrar o número de alunos em dois anos. Muitos deles já entram pensando em fazer da paixão por games grandes negócios. “O grupo já tem algumas idéias. Umas três, quatro idéias para ir para projetos. A gente está querendo fazer isso mais sério, fazer virar um estúdio”, diz o aluno Ricardo Mendes.
O mercado abre um leque de oportunidades para novos talentos. “O mercado não é só para videogames, ele se destrincha em várias áreas. Uma empresa pode começar desenvolvendo para móbile, desenvolvendo redes sociais, desenvolvendo para internet, desenvolvendo jogos para publicidade, jogos para treinamento. Isso é o que eu mais gosto do mercado: você pode escolher um nicho e focar, se especializar”, sugere Chamis, da associação do setor.
Com a parceria, a escola espera dobrar o número de alunos em dois anos. Muitos deles já entram pensando em fazer da paixão por games grandes negócios. “O grupo já tem algumas idéias. Umas três, quatro idéias para ir para projetos. A gente está querendo fazer isso mais sério, fazer virar um estúdio”, diz o aluno Ricardo Mendes.
O mercado abre um leque de oportunidades para novos talentos. “O mercado não é só para videogames, ele se destrincha em várias áreas. Uma empresa pode começar desenvolvendo para móbile, desenvolvendo redes sociais, desenvolvendo para internet, desenvolvendo jogos para publicidade, jogos para treinamento. Isso é o que eu mais gosto do mercado: você pode escolher um nicho e focar, se especializar”, sugere Chamis, da associação do setor.
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novembro 27, 2011
Turma da Mônica ganha vídeos para smartphone e tablet
O estúdio de Mauricio de Sousa, 76, na Lapa, zona oeste de São Paulo, tem o estilo descontraído que se imagina de quem vive de criar e entreter.
Nas salas do edifício antigo ocupadas pelo inventor da Turma da Mônica há vários brinquedos e quadros dos personagens, guloseimas sobre as mesas e um entra e sai constante de filhos de Mauricio que trabalham com ele --sete, de um total de dez.
"Isto aqui é uma usina de ideias", diz, ao lado da filha Mônica Spada e Sousa, 51, que inspirou a personagem de mesmo nome e hoje é diretora comercial da Mauricio de Sousa Produções.
Ideias que renderam novos projetos para 2012.
No primeiro semestre do ano que vem, de olho no público jovem e adulto, a produtora lança uma série de vídeos de curtíssima duração --espécie de vinhetas de 30 segundos-- para iPhone e iPad chamada "Monica Toy".
"São breves animações com personagens da Turma menos politicamente corretas que as tradicionais, para público acima de 14 anos", diz Mônica.
Além disso, a empresa pretende estar com o site atualizado (www.monica.com.br), mais interativo, e atuando em e-commerce com seus 1.500 produtos licenciados (como brinquedos e roupas) e itens exclusivos. É a primeira grande reformulação na área digital desde que o site foi criado, em 1996.
| Leticia Moreira/Folhapress | ||
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| Mauricio de Sousa e sua filha Mônica Spada e Sousa, no estúdio da produtora na capital paulista |
"Fizemos um investimento grande naquela época, e depois isso ficou adormecido", afirma a diretora comercial, sem revelar valores.
"A tecnologia é importante para manter a comunicação com o público. Lamento não ter tempo para usar ainda mais as redes sociais", diz Mauricio, reconhecido no Twitter pela assiduidade.
RELEITURA
Ainda na lista de novidades para 2012 em busca do público jovem e adulto, a produtora lança uma série de quatro "graphic novels" (romances gráficos) com a Turma da Mônica.
As histórias, publicadas trimestralmente, vão ser concebidas por cinco desenhistas de fora da equipe tradicional -contratados especificamente para o projeto.
"Cada um fez o desenho e a história ao seu estilo, mas, claro, sob nossa supervisão", diz Mauricio. "As exigências foram não ter desvio de comportamento nem morte de personagem, e que as figuras guardassem algumas características das originais."
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novembro 17, 2011
Fotos históricas da USP

- Faculdade de Medicina da USP: vista aérea de conjunto do prédio, antes da construção do Hospital das Clínicas. Data: 194-.

- Instituto de Educação Caetano de Campos (Escola da Praça). A partir de 1938 os cursos de Letras, Filosofia, Geografia, História, Ciências Sociais e Pedagogia da FFCL-USP passaram a ocupar o 3.o andar deste instituto. Data: 1940.

- Instituto de Educação Caetano de Campos (Escola da Praça). A partir de 1938 os cursos de Letras, Filosofia, Geografia, História, Ciências Sociais e Pedagogia da FFCL-USP passaram a ocupar o 3.o andar deste instituto. Data: 1992.

- Instituto de Educação Caetano de Campos (Escola da Praça). A partir de 1938 os cursos de Letras, Filosofia, Geografia, História, Ciências Sociais e Pedagogia da FFCL-USP passaram a ocupar o 3.o andar deste instituto. Data: 1943.

- Instituto de Educação Caetano de Campos (Escola da Praça). A partir de 1938 os cursos de Letras, Filosofia, Geografia, História, Ciências Sociais e Pedagogia da FFCL-USP passaram a ocupar o 3.o andar deste instituto. Data: 1992.
Créditos
Fotógrafo
Arquivo Mídias Online
novembro 16, 2011
Procon decide suspender 3 sites de vendas em SP e aguarda recurso
Decisão envolve os sites Americanas, Shoptime e Submarino.
Empresa tem 15 dias para apresentar recurso antes de suspensão.
Fundação Procon SP decidiu suspender as atividades no estado de São Paulo dos sites de vendas na internet das Americanas, Shoptime e Submarino, da B2W Companhia Global de Varejo, pelo período de 72 horas, por reincidir na prática de não entregar os produtos aos consumidores. A decisão foi publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial do Estado de São Paulo, e prevê ainda multa no valor de R$ 1,7 milhão.
De acordo com o Procon, contudo, cabe recurso da decisão, que deve ser apresentado pela empresa em até 15 dias. A suspensão e aplicação da multa só acontecerão após a análise do recurso pelo Procon – ou seja, apenas se for confirmada a decisão.
Segundo o Procon, a B2W teve um aumento de 246% do número de casos relatados à fundação, que passaram de 1.479 atendimentos no segundo semestre de 2010 para 3.635 atendimentos até o primeiro semestre deste ano.
De acordo com a Andrea Sanchez, diretora do Procon-SP, de 2004 até este ano, a fundação já realizou 11 determinações contra a B2W. De 2009 para cá, três delas foram sobre problemas na entrega. "Verificamos que, apesar da existência de processos administrativos e apesar das multas, o problema não só persistiu, como aumentou. Não adianta aplicar somente mais uma multa, já aplicamos nos outros processos e a empresa não mudou a conduta", afirma.
Andrea ressalta que o prazo de entrega é um dos diferenciais que influenciam a decisão do consumidor e, por isso, precisa ser cumprido. "[Se o consumidor soubesse que demoraria mais que o previsto para o produto chegar], ele poderia ter escolhido outra empresa, com preço diferenciado, mas que cumprisse o prazo", ressalta.
Para a especialista, a justificativa de que as vendas aumentaram não pode ser aceitada. "Se aumentou o número de vendas, a empresa tem que ser transparente o suficiente [e falar o prazo real de entrega]", afirma.
Em comunicado, a B2W informou que entrará com pedido de recurso no Procon SP para impedir que os seus sites sejam retirados do ar. "Aproveitamos esta oportunidade para afirmar que desde o inicio deste ano, como resultado das várias e decisivas medidas tomadas pela companhia no sentido de aprimorar seus processos, fizemos grandes avanços", disse o grupo.
"Demos um salto e continuamos trabalhando para melhorar ainda mais. A B2W tem como prioridade elevar a satisfação do seus clientes e continua investindo neste sentido”, acrescentou o comunicado.
Decisão
De acordo com o texto publicado no Diário Oficial, a decisão homologa um auto de infração e fixa multa de R$ 1.744.320. A decisão "considera agravante com aumento de 1/3 da pena-base, por ser o autuado reincidente na prática de infrações às normas da Lei nº 8.078/90".
De acordo com o texto publicado no Diário Oficial, a decisão homologa um auto de infração e fixa multa de R$ 1.744.320. A decisão "considera agravante com aumento de 1/3 da pena-base, por ser o autuado reincidente na prática de infrações às normas da Lei nº 8.078/90".
Orientação do ProconO consumidor que tiver problema com entrega de produto e serviços no estado de São Paulo pode procurar um dos postos da Fundação Procon-SP das seguintes formas. Os endereços estão listados no site do Procon:
- Pessoalmente, das 7h às 19h, de segunda à sexta-feira, e aos sábado, das 7h às 13h, nos postos dos Poupatempo Sé, Santo Amaro e Itaquera.
- Nos postos dos Centros de Integração da Cidadania (CIC), de segunda à quinta-feira, das 9h às 15h.
- Por telefone no número 151 ou por fax ao telefone (11) 3824-0717.
- Por cartas na Caixa Postal 3050, CEP 01031-970, São Paulo-SP.
- Pessoalmente, das 7h às 19h, de segunda à sexta-feira, e aos sábado, das 7h às 13h, nos postos dos Poupatempo Sé, Santo Amaro e Itaquera.
- Nos postos dos Centros de Integração da Cidadania (CIC), de segunda à quinta-feira, das 9h às 15h.
- Por telefone no número 151 ou por fax ao telefone (11) 3824-0717.
- Por cartas na Caixa Postal 3050, CEP 01031-970, São Paulo-SP.
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Comentários por Marcone Jerônimo Soares
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