EM FASE DE CONSTRUÇÃO

Estamos em fase de construção. Agradecemos a sua compreensão que nos prestigiou com sua visita. Obrigado !

setembro 30, 2011

Acompanhe a Segunda Guerra Mundial pelo Twitter

Historiador inglês narra eventos da guerra em "tempo real", postando nos dias e datas exatos em que ocorreram, há 72 anos


Já imaginou aprender história com o Twitter? Esta é a ideia de Alwyn Collinson, um ex-estudante de História da Universidade de Oxford (Inglaterra) que está usando o microblog para contar o que acontecia há exatos 72 anos, quando começava a Segunda Guerra Mundial.

Segundo o site The Next Web, o historiador sempre achou o Twitter uma boa ferramenta para criar histórias desse tipo. Portanto, Collison iniciou seus posts no dia 1º de setembro, data em que as tropas de Hitler invadiram a Polônia, e foi contando o desenrolar da história “em tempo real”.

O interessante é que ao seguir o perfil @RealTimeWWII, é possível acompanhar os eventos da guerra nos dias e horas exatas em que aconteceram. Além de usar os poucos 140 caracteres, o historiador linka imagens dos eventos narrados e outros sites que se aprofundam na história. Os posts são em inglês, mas nada que o Google Translator não ajude a decifrar.

Para quem quiser acompanhar, clique aqui.

Fonte:olhardigital.uol.com.b

setembro 29, 2011

Não violência




Por ter características históricas de uma sociedade que estabelece limites para ações humanas e por conter indivíduos que decidem respeitar ou não esses limites, a violência pode ser considerada um fenômeno ao mesmo tempo social e individual.
As razões morais para praticar o bem e evitar o mal têm sido, historicamente, de natureza religiosa. Mas, para não optar pela violência que ameaça e inviabiliza as relações entre os sujeitos, é preciso que haja uma educação para a “não violência”.
É preciso buscar razões muito mais sólidas que o laico recurso “moral/imoral” e dar lugar às experiências éticas, colocando no ponto central do debate as faces que se julgam estar acima e além de toda lei e de todo limite.
Toda face que pode revestir-se de violência social, pode revelar o fracasso da ação educativa na sociedade humana. Seja na violação de leis, no silêncio cínico da má-fé ou nos centros de poder político, quando essas práticas se disseminam na sociedade, as consciências morais e éticas entram em conflito.
Desse modo, a violência é um problema social, que repercute de várias maneiras e razões no meio escolar, na forma de atos de violência e/ ou de vandalismo contra a escola e seus integrantes; atos de violência na escola; e atos de violência praticados pela escola ou seus dirigentes. (Pino, 1995).
As razões são várias, principalmente se considerarmos, conforme Pino (2007), que: a escola é uma espécie de caixa de ressonância das turbulências sociais que ocorrem nos diferentes meios de onde procedem seus integrantes; a escola, frequentemente alheia ao que ocorre no meio em que está inserida, torna-se alvo fácil de ações predatórias e espaço predileto de circulação de produtos legalmente proibidos, como as drogas; a escola parece a mesma de séculos anteriores frente às mudanças que vêm ocorrendo na sociedade; os dirigentes da escola (direção, administração e corpo docente), com honrosas exceções, parecem não ter o feeling necessário para entender os sinais dos tempos; a instituição escolar traduz em si mesma, em maior ou menor grau, os processos e mecanismos históricos de exclusão social das crianças e jovens das classes populares.
Contudo, o desafio que se abre é que a escola pode incentivar os alunos para a compreensão dos valores realmente humanos, capazes de fornecer razões para não se optar pelo uso da violência, além de repensar sua função numa sociedade em constante mudança.
Eliane da Costa Bruini
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em Pedagogia 
Pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo - UNISAL

setembro 27, 2011

Bumba meu boi

O Bumba Meu Boi é tido como uma das mais ricas representações do folclore brasileiro. Segundo os historiadores, essa

Fantasia gigante da dança do Bumba meu boi

A dança folclórica do bumba meu boi é um dos traços culturais marcantes na cultura brasileira, principalmente na região Nordeste. A dança surgiu no século XVIII, como uma forma de crítica à situação social dos negros e índios. O bumba meu boi combina elementos de comédia, drama, sátira e tragédia, tentando demonstrar a fragilidade do homem e a força bruta de um boi.

O bumba meu boi é resultado da união de elementos das culturas europeia, africana e indígena, com maior ou menor influência de cada uma dessas culturas. A dança misturada com teatro incorpora elementos da tradição espanhola e da portuguesa, com encenações de peças religiosas nascidas na luta da Igreja contra o paganismo. O costume da dança do bumba meu boi foi intensificado pelos jesuítas, que através das danças e pequenas representações, desejavam evangelizar os negros, indígenas e os próprios aventureiros portugueses.

A história que envolve a dança é a seguinte: Um rico fazendeiro possui um boi muito bonito, que inclusive sabe dançar. Pai Chico, um trabalhador da fazenda, rouba o boi para satisfazer sua mulher Catarina, que está grávida e sente uma forte vontade de comer a língua do boi. O fazendeiro manda seus empregados procurarem o boi e quando o encontra, ele está doente. Os pajés curam a doença do boi e descobrem a real intenção de Pai Chico, o fazendeiro o perdoa e celebra a saúde do boi com uma grande festividade.

O bumba meu boi possui diversas denominações em todo o Brasil. No Maranhão, Rio Grande do Norte e Alagoas a dança é chamada de bumba meu boi, no Pará e Amazonas, boi-bumbá, em Pernambuco, boi-calemba, na Bahia, boi-janeiro, etc.

manifestação popular surgiu através da união de elementos das culturas européia, africana e indígena, com maior ou menor influência de cada uma dessas culturas, nas diversas variações regionais do Bumba Meu Boi. Existem festas similares em Portugal (Boi de Canastra) e no Daomé (Burrinha).

O documento mais antigo de que se tem notícia a respeito do Bumba Meu Boi é datado de 1791, e foi escrito pelo Padre Miguel do Sacramento Lopes Gama, num jornal de Recife.

A festa do Bumba Meu Boi constitui uma espécie de ópera popular. Basicamente, a história se desenvolve em torno de um rico fazendeiro que tem um boi muito bonito. Esse boi, que inclusive sabe dançar, é roubado por Pai Chico, trabalhador da fazenda, para satisfazer a sua mulher Catirina, que está grávida e sente desejo de comer a língua do boi. O fazendeiro manda os vaqueiros e os índios procurarem o boi. Quando o encontram, ele está doente, e os pajés são chamados para curá-lo. Depois de muitas tentativas, o boi finalmente é curado, e o fazendeiro, ao saber do motivo do roubo, perdoa Pai Chico e Catirina, encerrando a representação com uma grande festa.

O boi é a principal figura da representação. Ele é feito de uma estrutura de madeira em forma de touro, coberta por um tecido bordado ou pintado. Nessa estrutura, prende-se uma saia colorida, para esconder a pessoa que fica dentro, que é chamada de "miolo do boi". Às vezes, há também as burrinhas, feitas de maneira semelhante ao boi, porém menores, e que ficam penduradas por tiras, como suspensórios, nos ombros dos brincantes.

Todos os personagens são representados de maneira alegórica, com roupas muito coloridas e coreografias.

As brincadeiras de Bumba Meu Boi acontecem defronte à casa de quem convidou o grupo, e que patrocinará a festa. Embora surjam variações de uma região para outra, normalmente as apresentações seguem uma ordem. Primeiro, canta-se uma toada inicial, que serve para juntar e organizar o grupo, antes de ir para a casa. Em seguida, entoa-se o Lá Vai, uma canção para avisar ao dono da casa e a todos que o boi deu a partida. Depois disso, vem a Licença, em que o boi e o grupo se apresentam, entoando louvores a santos, a personalidades e a vários outros temas (natureza, personagens folclóricos, etc).

Começa, então, a história propriamente dita, e ao final da apresentação, o grupo e a platéia cantam juntos O Urro do Boi e a Toada de Despedida.

O Bumba Meu Boi é tido como uma das mais ricas representações do folclore brasileiro. Segundo os historiadores, essa manifestação popular surgiu através da união de elementos das culturas européia, africana e indígena, com maior ou menor influência de cada uma dessas culturas, nas diversas variações regionais do Bumba Meu Boi. Existem festas similares em Portugal (Boi de Canastra) e no Daomé (Burrinha).

O documento mais antigo de que se tem notícia a respeito do Bumba Meu Boi é datado de 1791, e foi escrito pelo Padre Miguel do Sacramento Lopes Gama, num jornal de Recife.

A festa do Bumba Meu Boi constitui uma espécie de ópera popular. Basicamente, a história se desenvolve em torno de um rico fazendeiro que tem um boi muito bonito. Esse boi, que inclusive sabe dançar, é roubado por Pai Chico, trabalhador da fazenda, para satisfazer a sua mulher Catirina, que está grávida e sente desejo de comer a língua do boi. O fazendeiro manda os vaqueiros e os índios procurarem o boi. Quando o encontram, ele está doente, e os pajés são chamados para curá-lo. Depois de muitas tentativas, o boi finalmente é curado, e o fazendeiro, ao saber do motivo do roubo, perdoa Pai Chico e Catirina, encerrando a representação com uma grande festa.

O boi é a principal figura da representação. Ele é feito de uma estrutura de madeira em forma de touro, coberta por um tecido bordado ou pintado. Nessa estrutura, prende-se uma saia colorida, para esconder a pessoa que fica dentro, que é chamada de "miolo do boi". Às vezes, há também as burrinhas, feitas de maneira semelhante ao boi, porém menores, e que ficam penduradas por tiras, como suspensórios, nos ombros dos brincantes.

Todos os personagens são representados de maneira alegórica, com roupas muito coloridas e coreografias.

As brincadeiras de Bumba Meu Boi acontecem defronte à casa de quem convidou o grupo, e que patrocinará a festa. Embora surjam variações de uma região para outra, normalmente as apresentações seguem uma ordem. Primeiro, canta-se uma toada inicial, que serve para juntar e organizar o grupo, antes de ir para a casa. Em seguida, entoa-se o Lá Vai, uma canção para avisar ao dono da casa e a todos que o boi deu a partida. Depois disso, vem a Licença, em que o boi e o grupo se apresentam, entoando louvores a santos, a personalidades e a vários outros temas (natureza, personagens folclóricos, etc).

Começa, então, a história propriamente dita, e ao final da apresentação, o grupo e a platéia cantam juntos O Urro do Boi e a Toada de Despedida.

Em algumas regiões do Norte, o boi é morto simbolicamente . O vinho representa o seu sangue, e sua "carne" (o manto que envolve a armação de madeira) é repartida entre os espectadores e participantes da festa. Para a próxima festa, outro manto será feito.

A música é um elemento fundamental no Bumba Meu Boi. O canto normalmente é coletivo, acompanhado de matracas, pandeiros, tambores e zabumbas, embora se encontrem, em raros casos, instrumentos mais sofisticados, como trombones, clarinetas, etc.

No Norte e no Nordeste do Brasil ainda se encontram grupos organizados de Bumba Meu Boi, muitos deles formados por famílias que se esmeram em manter a tradição. As representações não têm época fixa para acontecer, e podem ser feitas para comemorar qualquer acontecimento marcante do lugar.


Em algumas regiões do Norte, o boi é morto simbolicamente . O vinho representa o seu sangue, e sua "carne" (o manto que envolve a armação de madeira) é repartida entre os espectadores e participantes da festa. Para a próxima festa, outro manto será feito.

A música é um elemento fundamental no Bumba Meu Boi. O canto normalmente é coletivo, acompanhado de matracas, pandeiros, tambores e zabumbas, embora se encontrem, em raros casos, instrumentos mais sofisticados, como trombones, clarinetas, etc.

No Norte e no Nordeste do Brasil ainda se encontram grupos organizados de Bumba Meu Boi, muitos deles formados por famílias que se esmeram em manter a tradição. As representações não têm época fixa para acontecer, e podem ser feitas para comemorar qualquer acontecimento marcante do lugar.

Fonte:http://www.brasilescola.com

setembro 23, 2011

Feira da Benedito Calixto leva seus visitantes ao passado


Na praça Benedito Calixto, em Pinheiros, existe um portal que leva diretamente para o passado. Todo sábado, das 9h às 19h, é possível encontrar discos, chapéus antigos, móveis da década de 1970, óculos do avô, roupas, e prataria de 1920 em um só espaço: a feira de antiguidades da Benedito Calixto, que existe desde 1987 e já se tornou um ponto turístico da capital paulista, atraindo aproximadamente 7.000 pessoas em cada edição.

Situada no coração do bairro, entre as ruas Teodoro Sampaio e Cardeal Arcoverde, a praça abriga 350 expositores, e ainda atraiu restaurantes, bares, brechós e galpões multimarcas para a redondeza. Dividida em ruas espalhadas pelos 4.500 m2 de área da praça, a exThaís FreireDividida em ruas espalhadas pelos 4.500 m2 de área da praça, a feira atrai cerca de 7.000 pessoas todo sábado.posição tem os mais inusitados objetos à venda, e visitantes bastante incomuns também, como o papagaio Chiquito, personagem principal do realejo que fica na praça, e que tira a sorte para quem lhe entregar R$ 2. Os papeizinhos, separados entre dizeres para solteiras e casadas, ganham “beijos” do papagaio e predizem até mesmo os números a serem jogados na loteria. A brincadeira, típica de décadas passadas, dá boas vindas aos visitantes da feira e condiz com as peças de antiguidade disponíveis no local.

É na Benedito Calixto que os paulistas podem encontrar a mais nova paixão dos ouvidos retrôs: os discos de vinil. Em algumas bancas, as peças são vendidas por pouco mais de R$ 1, e a sensação saudosista é difícil de conter em meio aos bolachões de Roberto Carlos, The Beatles e Gal Costa. Sérgio Vieira, que há 22 participa da feira, explica que sempre gostou de trabalhar com discos, e se tornou expositor quando foi morar na região. “Cheguei aqui e vi a feira, que na época era bem menor. Falei na Associação (dos Amigos da Praça Benedito Calixto) e no sábado seguinte já estava trabalhando aqui”, explica, apoiado sobre discos de jazz antigos. No início, eram poucos vinis, mas logo as pessoas começaram a frequentar a feira para trocar ou vender peças novas.

Durante esses 22 anos de trabalho, Sérgio conta que aprendeu a diferenciar os discos raros. “Já vendi disco que valia R$ 50 por R$ 1. Mas com o tempo a gente aprende quais são raros de verdade. Não tem outro jeito: só conhecendo mesmo”, afirma.

Os clientes da barraca de discos não têm idade muito definida: jovens e adultos compram quase os mesmos vinis, e a vitrola, apesar de ter perdido espaço para o CD e o MP3, ainda pode ser encontrada na feira. Existem peças originais das décadas de 1960 e 1970, coloridas e em formato de maleta, perfeitas para os novos adeptos dos bolachões que já nasceram na época do digital. “Não existe idade. O que faz o disco é a música”, explica Sérgio. Aficionado por Johnny Rivers, o dono da Sérgio Discos ainda aponta sua atual raridade: um vinil de Andy Wahrol, com o preço mais salgado da barraca: R$ 70.Thaís FreireLuciana Bernardi vende óculos retrô há 15 anos na Benedito Calixto. Ela tem peças que chegam a valer R$ 1.500.

Para acompanhar os bolachões, é possível encontrar barracas na feira que vendem vitrolas e telefones antigos, além de sofá e poltronas parecidos com aqueles que existiam na casa da avó ou da tia. Os itens são perfeitos para um ambiente retrô, e acabam sendo procurados por donos de bares e restaurantes que querem adotar uma decoração temática. Ainda é possível comprar peças de vidro e cristal para enfeitar a casa, e louça e prataria originais das décadas de 1920 e 1930. Mas para quem gosta de usar peças vintage, o ideal é procurar por Luciana Bernardi na barraca chamada Alaíde Aguiar Bernardi, nome da sua mãe, que começou a atividade. A barraca é dedicada aos óculos antigos, originais e de marca, tão bem cuidados que parecem novos.

A família entrou no negócio de antiguidades em Sorocaba, onde abriram um antiquário. Foi lá que os clientes comentaram da feira da Benedito Calixto, e então Luciana conseguiu, há 15 anos, um espaço para expor suas peças. “No começo, tínhamos alguns óculos e várias outras peças de louça. Mas há 8 anos vimos que eles estavam dando mais dinheiro, e decidimos vender só óculos”, conta, mostrando a vasta coleção sobre as mesinhas. Entre as peças, que variam de R$ 190 a R$ 590, há uma raridade que fica protegida na vitrine de acrílico: o modelo aviador da Cartier, em ouro branco. O preço? R$ 1.500, o mais caro do conjunto.

Em outra barraca, é possível encontrar armações de óculos em promoção, por R$ 50. E também relógios antigos, como aqueles dourados com pulseira elástica. As mulheres ainda podem aproveitar para arrematar peças de bijuteria diferentes, bolsas deThaís FreireReginaldo Moraes aprendeu a arte da marchetaria sozinho e há três anos expõe seus produtos na praça. artesanato e roupas nas barracas de brechó. Flávia, uma das expositoras, que participa da feira há 10 anos, vende peças novas e antigas, entre objetos de decoração, anéis, colares e garrafas de whisky. Em meio à coleção exposta, é possível achar bolsas produzidas pelo artesão Gatti, que trabalha com couro há quase 50 anos. As peças (uma vermelha e duas em couro cru) são únicas, segundo o autor dos modelos. Além de trabalhar na Prefeitura de São Paulo e já ter clientes fiéis, o artesão também gosta de disponibilizar algumas peças na feira. “Mas as pessoas estão comprando menos, por causa da inflação”, reclama, e depois brinca que suas bolsas são de estilo “hippie chic”.

Além das peças antigas, como os brinquedos, roupas, cristais, livros e moedas – colecionadores se encontram por lá para renovar seus acervos -, a feira ainda abriga artesãos, como Reginaldo Moraes, que aprendeu a arte da marchetaria sozinho, e há 3 anos expõe caixas de madeira na Benedito Calixto. As peças, que variam de tamanho, estilo e preço, são produzidas pelo próprio Reginaldo, que também aceita encomendas.

Além dele, artesãos dedicados a fazer bijuterias e roupas também participam da feira, que é organizada pela Associação dos Amigos da Praça Benedito Calixto. A entidade separa os espaços de exposição (que normalmente têm 4m² e custam R$ 80/mês) e dThaís FreireO ambiente retrô predomina em quase todas as barracas da Benedito Calixto, como a dos telefones antigos.efine quem pode participar do evento. De acordo com Leonardo Sanches, contador da Associação, as inscrições são abertas em março e os interessados devem vender antiguidades, artesanato, artes plásticas ou alimentação.

Para embalar os visitantes, a entidade ainda tem parceria com a organização Chorinho na Praça, grupo de músicos que se apresenta no local todo sábado, das 14h às 19h. Mas não é só o chorinho que anima a feira: na sede da associação, uma roda de capoeira estava sendo organizada no último sábado (17). Além disso, os bares no entorno contam com música ao vivo, e os clientes se acomodam na calçada para tomar uma cerveja e esperar na fila para experimentar o famoso cardápio do Consulado Mineiro. Filas de camelôs com bijuterias, artigos de couro e artesanato se espalham pelas calçadas da Teodoro Sampaio, e se confudem com o ambiente da feira, que parece não acabar até você entrar de volta no carro.

Serviço:

Feira de Antiguidades Benedito Calixto

Praça Benedito Calixto, s/nº - Pinheiros

Entrada gratuita. Estacionamentos na região, cerca de R$ 7/hora.

POR THAÍS FREIRE

setembro 18, 2011

O folclore




Folclore significa sabedoria popular. A palavra folclore vem da expressão inglesa folk-lore, que significa "saber do povo". O escritor e colecionador de antiguidades, William John Thoms, criou essa denominação, no século XIX, para identificar e interpretar os costumes e saberes do povo.
As manifestações folclóricas são, na verdade, a forma de pensar, de agir e de sentir de um determinado povo. Essas formas de manifestação cultural são geralmente transmitidas oralmente e através do ato de representar. Com toda sua simplicidade, o folclore apresenta características de todas as regiões de uma Nação. O folclore, como cultura popular, torna-se de fundamental importância, pois somos formados por meio de expressões culturais, costumes e tradições.
Através das diversas manifestações culturais do folclore, pode-se conhecer a cultura e a tradição de povos antigos e compreender a ressignificação dessa cultura antiga, presente nos dias de hoje. As crenças, mitos, lendas, festas, superstições e artes são a essência de um povo. Na história da humanidade, as pessoas, em todas as culturas, buscaram e buscam explicações sobrenaturais para as coisas que não entendem.
Assim, os mitos, as crenças e as lendas se fazem presentes no nosso cotidiano, mesmo que inconscientemente, na medicina popular, na religião, nos ditados populares, nas simpatias e nas estórias que sempre apresentam um cunho moral no final. Essas manifestações são de autoria desconhecida e passadas através dos tempos, ou seja, de geração em geração. O saber de um povo não é encontrado nos ambientes escolares, pois esse conhecimento pode ser produzido por qualquer pessoa.

Por Lilian Aguiar
Graduada em História

setembro 13, 2011

A Arte


A arte é uma forma de o ser humano expressar suas emoções, sua história e sua cultura através de alguns valores estéticos, como beleza, harmonia, equilíbrio. A arte pode ser representada através de várias formas, em especial na música, na escultura, na pintura, no cinema, na dança, entre outras.
Após seu surgimento, há milhares de anos, a arte foi evoluindo e ocupando um importantíssimo espaço na sociedade, haja vista que algumas representações da arte são indispensáveis para muitas pessoas nos dias atuais, como, por exemplo, a música, que é capaz de nos deixar felizes quando estamos tristes. Ela funciona como uma distração para certos problemas, um modo de expressar o que sentimos aos diversos grupos da sociedade.
Muitas pessoas dizem não ter interesse pela arte e por movimentos ligados a ela, porém o que elas não imaginam é que a arte não se restringe a pinturas ou esculturas, também pode ser representada por formas mais populares, como a música, o cinema e a dança. Essas formas de arte são praticadas em todo o mundo, em diferentes culturas. Atualmente a arte é dividida em clássica e moderna e qualquer pessoa pode se informar sobre cada uma delas e apreciar a que melhor se encaixar com sua percepção de arte.

setembro 06, 2011

ABCA recebe inscrições para Jornada América Latina dia 24/09




A ABCA – Associação Brasileira de Críticos de Arte recebe inscrições para a Jornada sobre América Latina: Abordagens de Arte e Crítica Cultural, que ocorre em 24/09/11, a partir das 10h30, na ECA- Escola de Comunicação de Artes da Universidade de São Paulo. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas através do e-mail: abca@abca.art.br. O evento, que conta com a participação de críticos, curadores e pesquisadores, promove palestras, conversas e mesas-redondas. Os participantes recebem certificado de participação.


Confira a programação:
24/09/11, 10h30/12h – Palestra e Debate: A Idéia do Museu das Américas: Um Projeto de Antropologia Ativa de Eduard Glissant, com Jacques Leenhardt.

14h/16h – Mesa-redonda: Novas Leituras sobre a Arte e Crítica Cultural.

A Sedução dos Contrários – Uma Aproximação Simbólica na Plástica de Artistas Latino-americanos, de Mariza Bertoli.

Imaginários Urbanos nas Praças Públicas: O Simbólico em Monumentos Escultóricos em São Paulo e Buenos Aires, de Hélcio Magalhães.

Mulheres Artistas no Pavilhão Latino-americano na 54ª Bienal de Veneza, de Cláudia Fazzolari.

Os Temas das Bienais do Mercosul: Modos Para Interpretar a Arte Latino-Americana, de Lisbeth Rebollo Gonçalves.

17h/17h50 – Palestra: A Arte Subterrânea na América Latina nos Anos 1960-70. 

Comentários por Marcone Jerônimo Soares

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